domingo, 11 de julho de 2010
Obsessão
Para falar de angústia e tristeza,
Começo e fim,
Para falar de estética e falta de beleza
Fogo e estopim:
O amor acabou e nem tinha percebido
Possivelmente estava ocupado te amando
[até demais]
Consequencia do furor proibido
Não imaginava que te amava tanto
Não conseguia te ver com outra pessoa
Beijando outro na minha cara
Isso até agora estranho soa
Minha punição começara
Para falar de angústia e tristeza,
Começo e fim,
Para falar de estética e de beleza
Fogo e estopim:
Era o fim do nosso-meu amor
Por que tinha que terminar assim?
Então conheci a verdadeira dor
Por que tinha que se despedir de mim?
Não conseguia viver sem você
Queria te ter só pra mim
E até te trancafiar numa casa de sapê
Por que você não disse sim?
Para falar de estética e de beleza
Fogo e estopim
Sua beleza era sem igual
Até eu acabar com ela
Você devia ser só minha e de mais ninguém
Não com eles. não com elas.
Aquela... história de Bela e a Fera.
Acendia o fogo de dentro, daqui
Garota TNT de escola você era
E você explodiu em mim.
Para falar de angústia e tristeza,
Começo e fim...
Postado por Cassio Iago Santos Marinho às 22:00 1 comentários
A Pequena História de Ninar - Parte 2
Continuando...
[...] Como quem não quisesse ser incomodada mais com aquele assunto por aquela noite, virou-se de costas para o marido, puxou seu cobertor e dormiu.
O dia seguinte estava tudo para ser normal: a mãe acordou cedo, deu de mamar a Fredi, fez o café; o marido fritou os ovos e colocou os pães na torradeira. A filha deles arrumara a mesa para o café matinal, tudo como sempre de costume, nada mudava, exceto nos últimos 1 ano e 3 meses que fora quando Frederico nascera, mas fazia tanto tempo, que até tinham se esquecido. A mãe da sra. Souza tinha o menino ao seu colo. Todos tomaram seus cafés. A o sr. e a sra. Souza foram ao trabalho, assim como a menina os acompanhara no carro do homem da casa.
No caminho, nenhum som, tirando o irritante som de nhaque-nhaque do banco traseiro, a menina descera do carro, assim como, vinte minutos depois, a sr. Souza. O tempo passou e todos chegaram a casa novamente... Como o de esperar a sr. Souza seria a última a chegar na casa, e a mais esperada (afinal o pequeno Fredi "queria" dormir). Surpreendentemente, ela não chegou.
Fredi não parava de chorar. Todos queriam dormir. 22:00, 22:30, 23:00. Ela não chegava. Sr. Souza ligava incessantemente a celular dela e em resposta ouvia a secretária eletrônica. 23:30, 00:00. Fredi parava um pouco. Fingia dormir, cinco minutos depois, como um despertador na função "soneca", voltava a acordar e chorar. Ninguém mais sabia o que fazer. Sr. Souza perguntou e re-perguntou a avó se não se lembrava de alguma história que Lídia gostava quando era criança... Mas fazer tal pergunta para uma senhora em princípio de Azheimmer era pedir demais.
O pai tinha que fazer alguma coisa. Foi ao quarto de Fredi e começou:
"Meu filho, sei que você pode não compreender todas minhas palavras, mas a verdade é que eu não sei muito do que você gosta, não sei qual é sua papinha predileta, não sei se gosta da comida da tua vó e não sei a história que faz você dormir, mas vou tentar... Não te garanto que será a melhor do mundo, mas será a mais sincera", o pegou no coloco e começou a Pequena História:
Postado por Cassio Iago Santos Marinho às 01:16 0 comentários
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